quarta-feira, 30 de abril de 2014

Por que o Estado não pode substituir a família?

Por que o Estado não pode substituir a família? 

Clique no link abaixo para acessar a matéria: 

http://familiacalvinista.blogspot.com.br/2014/04/por-que-o-estado-nao-pode-substituir.html

URGENTE: CÂMARA REJEITA GÊNERO MAS MARCA NOVA VOTAÇÃO

A TODOS OS QUE COMPREENDEM O VALOR DA
VIDA HUMANA:

FINALMENTE O PLANO NACIONAL DE
EDUCAÇÃO, também conhecido como Projeto de Lei
8035/2010, foi PARCIALMENTE VOTADO no dia
22 de abril de 2014, terça feira passada.

Graças ao esforço de milhares de brasileiros, que esclareceram os
parlamentares sobre o verdadeiro teor da proposta, a primeira das duas
emendas que retiravam a ideologia de gênero do Plano Nacional de
Educação foi aprovada neste dia 22 de abril. A segunda emenda
(chamada de destaque) somente será votada no dia 6 de maio.

http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/EDUCACAO-E-CULTURA/466464-COMISSAO-DEVE-CONCLUIR-VOTACAO-DO-PLANO-NACIONAL-DE-EDUCACAO-NO-DIA-6.html

http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/radio/materias/ULTIMAS-NOTICIAS/466498-DESTAQUES-DO-PNE-SERAO-DISCUTIDOS-EM-MAIO.html

Os parlamentares que votaram a favor da primeira das duas emendas que
retiram a ideologia de gênero do Plano Nacional de Educação
tiveram que enfrentar a oposição dos partidos governistas que,
através do relator do projeto, deputado Ângelo Vanhoni, e COM A
ASSESSORIA DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
DO GOVERNO DILMA, haviam recolocado a ideologia de
gênero como uma das metas da educação para os próximos dez anos no
Brasil.

No Senado a meta havia sido retirada do plano, através da iniciativa
do Senador Álvaro Dias, do PSDB do Paraná, relator na
Comissão de Educação do Senado. A redação proposta pelo
Senados Álvaro Dias foi posteriormente aprovada no plenário da casa
por unanimidade. Quando , porém, o projeto retornou à Câmara, a
meta foi novamente devolvida ao projeto por iniciativa do Deputado
Álvaro Vanhoni.

O texto original do projeto, apresentado à Câmara em 2012 pela
deputada Janete Pietá, do PT de São Paulo, estabelecia:

ART. 2. SÃO DIRETRIZES DO PLANO
NACIONAL DE EDUCAÇÃO:

III - A SUPERAÇÃO DAS DESIGUALDADES
EDUCACIONAIS, COM ÊNFASE NA PROMOÇÃO
DA IGUALDADE RACIAL, REGIONAL, DE
GÊNERO E DE ORIENTAÇÃO SEXUAL.

http://www.senado.gov.br/atividade/materia/getTexto.asp?t=115871&c=PDF&tp=1

Ao ser discutido no Senado, o senador Álvaro Dias propôs e
conseguiu a aprovação do seguinte texto, em vez do da deputada
Janete Pietá:

ART. 2. SÃO DIRETRIZES DO PLANO
NACIONAL DE EDUCAÇÃO:

III - SUPERAÇÃO DAS DESIGUALDADES
EDUCACIONAIS, COM ÊNFASE NA PROMOÇÃO
DA CIDADANIA E NA ERRADICAÇÃO DE TODAS
AS FORMAS DE DISCRIMINAÇÃO;

http://www.senado.gov.br/atividade/materia/getPDF.asp?t=143834&tp=1

Retornando o projeto à apreciação da Câmara, o deputado Álvaro
Vanhoni restabeleceu a redação da deputada Janete Pietá,
re-introduzindo a ideologia de gênero como meta do sistema educacional
brasileiro.

Milhares de cidadãos brasileiros enviaram e-mails e telefonaram para
os deputados para que votem contra a ideologia de gênero como meta da
educação brasileira.

A revogação da meta pode ser lida no resultado oficial da reunião
Comissão Especial do dia 22 de abril de 2014, encontrado neste
endereço:

http://www.camara.leg.br/internet/ordemdodia/integras/1248059.htm

No documento, onde está escrito:

"PASSOU-SE À APRECIAÇÃO DO DESTAQUE Nº
01/14 - DA BANCADA DO PSDB - QUE APROVA
O ART. 2º, INCISO III, DO SUBSTITUTIVO
DO SENADO FEDERAL".

o termo "DESTAQUE" significa o mesmo que "EMENDA". O
documento está-se referindo à emenda que restabelece o artigo 2
inciso III tal como havia sido aprovado, no final de 2013, pelo
Senado, SEM A IDEOLOGIA DE GÊNERO.

O documento continua:

"ENCAMINHARAM A VOTAÇÃO A FAVOR [da emenda,
ou destaque] OS DEPUTADOS IZALCI E PASTOR
EURICO; [...] EM ORIENTAÇÃO DE
BANCADA, MANIFESTARAM-SE
FAVORAVELMENTE: PRB, PROS, PTB, PR,
PP, PSDB E PMDB, MANIFESTARAM-SE
CONTRA: PSOL, PCDOB, PV/PPS E PT E
LIBERARAM A BANCADA: PDT, DEM E A
LIDERANÇA DO GOVERNO. EM VOTAÇÃO
SIMBÓLICA FOI APROVADA A MATÉRIA
DESTACADA".

Os deputados que votaram contra o destaque levantaram as mãos e estão
listados na ata do resultado. São eles:

"OS DEPUTADOS ANGELO VANHONI, FÁTIMA
BEZERRA, MARGARIDA SALOMÃO, TITULARES
DO PT, E ARTUR BRUNO, IARA BERNARDI E
PEDRO UCZAI, SUPLENTES DO PT; IVAN
VALENTE, SUPLENTE DA VAGA DO PR; STEPAN
NERCESSIAN, SUPLENTE DA VAGA DO BLOCO
PV/PPS; CHICO LOPES, SUPLENTE DO PCDOB
E PAULO RUBEM SANTIAGO, TITULAR DA VAGA
DO PDT".

http://www.camara.leg.br/internet/ordemdodia/integras/1248059.htm

Os que votaram a favor permaneceram sentados e não foram listados na
ata. Mas graças aos diversos grupos pro-vida presentes à votação
sabemos quem foram. Os que votaram contra a ideologia de gênero como
meta da educação nacional são os seguintes deputados, cujos nomes
podem ser encontrados embaralhados com todos os demais presentes início
da ata:

LELO COIMBRA, PMDB-ES; NELSON
MARCHEZAN JUNIOR, PSDB-RS; ALEX
CANZIANI, PTB-PR; DR. UBIALI, PSB-SP;
EDUARDO BARBOSA, PSDB-MG; EFRAIM
FILHO, DEM-PB; IZALCI, PSDB-DF; JAIR
BOLSONARO, PP-RJ; PASTOR EURICO,
PSB-PE; PAULO FREIRE, PR-SP; PROFESSOR
SETIMO, PMDB-MA; PROFESSORA DORINHA
SEABRA REZENDE, DEM-TO; STEFANO
AGUIAR, PSB-MG; ALFREDO KAEFER,
PSDB-PR; ANTONIO BULHÕES, PRB-SP;
GASTÃO VIEIRA, PMDB-MA; MARCOS
ROGÉRIO, PDT-RO; PEDRO CHAVES,
PMDB-GO; RONALDO FONSECA, PROS-DF;
LEOPOLDO MEYER, PSB-PR.

Na terça feira dia 6 de maio o PNE será novamente votado pela
Comissão Especial para apreciar a última emenda que pretende retirar
da ESTRATÉGIA 3.12 Plano A EXPRESSÃO

"IMPLEMENTAR POLÍTICAS DE PREVENÇÃO À
EVASÃO MOTIVADA POR PRECONCEITO E
DISCRIMINAÇÃO RACIAL, POR ORIENTAÇÃO
SEXUAL OU IDENTIDADE DE GÊNERO".

O Plano Nacional de Educação seguirá, depois disso, para
votação, ainda este semestre, no Plenário da Câmara, onde a
ideologia de gênero ainda poderá ser re-introduzida no Projeto.

O governo conta com mais dois projetos em tramitação no Congresso
que pretendem estabelecer a ideologia de gênero como meta da educação
brasileira. São eles:

- O PROJETO DE LEI 6010/2013, DA CPMI DE
VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER NO BRASIL, EM
TRAMITAÇÃO NA CÂMARA, DEPOIS DO QUE
PASSARÁ AO SENADO;

- O PROJETO DE LEI 7627/2010, DA
DEPUTADA JANETE ROCHA PIETÁ, EM
TRAMITAÇÃO TAMBÉM NA CÂMARA.

Estes projetos, muito diversamente do que é anunciado, não foram
idealizados para combater a discriminação contra os homossexuais ou
quem quer que seja, mas fazem parte do projeto do governo de
descontrução da heteronormatividade, como parte do projeto da
ideologia de gênero de extinção da instituição familiar da
sociedade. Antes de iniciar-se esta avalanche de projetos para
promover a ideologia de gênero, o Plano Nacional de Direitos
Humanos assinado pelo presidente Lula em 2009 previa, como uma
deas principais ações programáticas

"DESENVOLVER POLÍTICAS AFIRMATIVAS E
DE PROMOÇÃO DE UMA CULTURA DE RESPEITO
À LIVRE ORIENTAÇÃO SEXUAL E IDENTIDADE
DE GÊNERO, FAVORECENDO A VISIBILIDADE
E O RECONHECIMENTO SOCIAL, COM BASE NA
DESCONSTRUÇÃO DA
HETERONORMATIVIDADE".

http://www.mj.gov.br/sedh/pndh3/pndh3.pdf

Pedimos que os que receberem esta mensagem escrevam e telefonem aos
deputados que votaram, no dia 22 de abril, contra a ideologia de
gênero como meta da educação, parabenizando-os em nome da
democracia brasileira, e exortando-os a que compareçam à votação
do mesmo Plano, marcada para o dia 6 de maio, às 14:00,
quando será discutido, como primeiro tema da reunião, a exclusão da
ideologia de gênero da redação da estratégia 3.12 do Plano.

A maioria dos deputados são contra a ideologia de gênero, mas não
entendem corretamente a extensão do mal, o grau de ativismo
internacional mobilizado para impô-lo e as armadilhas utilizadas para
introduzi-lo na legislação nacional. Eles necessitam de nosso apoio
e nossos esclarecimentos para posicionarem-se com clareza.

Para entender o tema em profundidade recomenda-se assistir ao
Seminário realizado no dia 11 de março de 2014, na Câmara
dos Deputados, sobre MULHER, FAMÍLIA E GÊNERO,
onde uma professora de história apresenta uma exposição de duas horas
sobre a origem e o significado da ideologia de gênero.

[ANTECEDENTES HISTÓRICOS E
FILOSÓFICOS DA QUESTÃO DE GÊNERO

http://www.youtube.com/watch?v=ZoHUVekwrMQ]

Recomenda-se também o relatório "A AGENDA DE
GÊNERO", que explica em detalhes o que é, e como surgiu a
ideologia de gênero.

http://www.votopelavida.com/agendagenero.pdf

"O OBJETIVO DA AGENDA DE GÊNERO, O
GRANDE OBJETIVO POR TRÁS DE TODO ESTE
ABSURDO, QUE, DE TÃO ABSURDO, É
ABSURDAMENTE DIFÍCIL DE SER EXPLICADO,
É A PULVERIZAÇÃO DA FAMÍLIA COM A
FINALIDADE DO ESTABELECIMENTO DE UM
CAOS NO QUAL A PESSOA SE TORNE UM
INDIVÍDUO SOLTO, FACILMENTE
MANIPULÁVEL".

[Pe. Dr. José Eduardo de Oliveira e Silva: CAINDO NO
CONTO DO GÊNERO.

http://www.zenit.org/pt/articles/caindo-no-conto-do-genero]

VEJA ABAIXO os mails e telefones dos parlamentares da
Comissão Especial que votaram no dia 22 de abril contra a ideologia
de gênero na educação nacional.

Agradeço a todos pelo imenso bem que estão ajudando a promover. Os
e-mails, telefones e faxes dos deputados e dos líderes dos partidos
na Câmara estão logo abaixo.

MANTEREMOS TODOS INFORMADOS A RESPEITO
DO DESENROLAR DOS ACONTECIMENTOS.

ALBERTO R. S. MONTEIRO

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PARA REMOVER:

Estou-lhe escrevendo esta mensagem porque seu e-mail foi-me passado
como sendo de alguém interessado na defesa da dignidade da vida
humana. Caso seu endereço me tenha sido passado por engano, por
favor, envie-me uma mensagem, com o título REMOVER, ao
seguinte endereço, e não tornarei mais a escrever-lhe:

albertomonteiro@mailandweb.com.br

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O QUE FAZER

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TELEFONE E MANDE E-MAILS AOS DEPUTADOS
QUE VOTARAM CONTRA A IDEOLOGIA DE
GÊNERO COMO META DA EDUCAÇÃO, parabenizando-os
em nome da democracia brasileira.

Exorte-os a que compareçam à parte final da votação do Plano
Nacional de Educação, marcada para aterça feira dia 6 de maio,
às 14:00, quando será discutido, como primeiro tema da
reunião, a exclusão da ideologia de gênero também da redação da
estratégia 3.12 deste mesmo Plano.

=============================

MAILS E TELEFONES DOS DEPUTADOS QUE
VOTARAM CONTRA A IDEOLOGIA DE GÊNERO
COMO META DA EDUCAÇÃO NACIONAL

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dep.lelocoimbra@camara.leg.br;
dep.nelsonmarchezanjunior@camara.leg.br;
dep.alexcanziani@camara.leg.brdep.dr.ubiali@camara.leg.br;
dep.eduardobarbosa@camara.leg.br;
dep.efraimfilho@camara.leg.brdep.izalci@camara.leg.br;
dep.jairbolsonaro@camara.leg.br;
dep.pastoreurico@camara.leg.brdep.paulofreire@camara.leg.br;
dep.professorsetimo@camara.leg.br;
dep.professoradorinhaseabrarezende@camara.leg.br;
dep.stefanoaguiar@camara.leg.br;
dep.alfredokaefer@camara.leg.br;
dep.antoniobulhoes@camara.leg.br;
dep.gastaovieira@camara.leg.br;
dep.marcosrogerio@camara.leg.br;
dep.pedrochaves@camara.leg.br;
dep.ronaldofonseca@camara.leg.br;
dep.leopoldomeyer@camara.leg.br

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LELO COIMBRA

PMDB-ES

0 xx 61 3215-5801, 0 xx 61 3215-2801

dep.lelocoimbra@camara.leg.br

________________________________

NELSON MARCHEZAN JUNIOR

PSDB    RS

0 xx 61 3215-5250, 0 xx 61 3215-2250

dep.nelsonmarchezanjunior@camara.leg.br

________________________________

ALEX CANZIANI

PTB     PR

0 xx 61 3215-5842, 0 xx 61 3215-2842

dep.alexcanziani@camara.leg.br

________________________________

DR. UBIALI

PSB     SP

0 xx 61 3215-5560, 0 xx 61 3215-2560

dep.dr.ubiali@camara.leg.br

________________________________

EDUARDO BARBOSA

PSDB    MG

0 xx 61 3215-1540, 0 xx 61 3215-2540

dep.eduardobarbosa@camara.leg.br

________________________________

EFRAIM FILHO

DEM     PB

0 xx 61 3215-5744, 0 xx 61 3215-2744

dep.efraimfilho@camara.leg.br

________________________________

IZALCI

PSDB    DF

0 xx 61 3215-5284, 0 xx 61 3215-2284

dep.izalci@camara.leg.br

________________________________

JAIR BOLSONARO

PP RJ

0 xx 61 3215-5482, 0 xx 61 3215-2482

dep.jairbolsonaro@camara.leg.br

________________________________

PASTOR EURICO

PSB PE

0 xx 61 3215-5369, 0 xx 61 3215-2369

dep.pastoreurico@camara.leg.br

________________________________

PAULO FREIRE

PR-SP

0 xx 61 3215-5273, 0 xx 61 3215-2273

dep.paulofreire@camara.leg.br

________________________________

PROFESSOR SETIMO

PMDB-MA

0 xx 61 3215-5550, 0 xx 61 3215-2550

dep.professorsetimo@camara.leg.br

________________________________

PROFESSORA DORINHA SEABRA REZENDE

DEM-TO

0 xx 61 3215-5432, 0 xx 61 3215-2432

dep.professoradorinhaseabrarezende@camara.leg.br

________________________________

STEFANO AGUIAR

PSB-MG

0 xx 61 3215-5471, 0 xx 61 3215-2471

dep.stefanoaguiar@camara.leg.br

________________________________

ALFREDO KAEFER

PSDB-PR

0 xx 61 3215-5818, 0 xx 61 3215-2818

dep.alfredokaefer@camara.leg.br

________________________________

ANTONIO BULHÕES

PRB-SP

0 xx 61 3215-5327, 0 xx 61 3215-2327

dep.antoniobulhoes@camara.leg.br

________________________________

GASTÃO VIEIRA

PMDB-MA

0 xx 61 3215-5554, 0 xx 61 3215-2554

dep.gastaovieira@camara.leg.br

________________________________

MARCOS ROGÉRIO

PDT-RO  T

0 xx 61 3215-5583, 0 xx 61 3215-2583

dep.marcosrogerio@camara.leg.br

________________________________

PEDRO CHAVES

PMDB-GO

0 xx 61 3215-5406, 0 xx 61 3215-2406

dep.pedrochaves@camara.leg.br

________________________________

RONALDO FONSECA

PROS-DF

0 xx 61 3215-5382, 0 xx 61 3215-2382

dep.ronaldofonseca@camara.leg.br

________________________________

LEOPOLDO MEYER

PSB-PR

0 xx 61 3215-5233, 0 xx 61 3215-2233

dep.leopoldomeyer@camara.leg.br

segunda-feira, 28 de abril de 2014

A verdade nua e crua sobre a “teoria do gênero” by Leo Daniele

A verdade nua e crua sobre a “teoria do gênero”

25 de abril de 20142 comentários

Leo Daniele
Ideologia de genero 1
“Le Figaro” de Paris publicou, em 31 de janeiro de 2014, o fracasso da primeira tentativa de comprovação da “teoria do gênero”, que culminou com o suicídio do jovem Bruce- Brenda-Davi (seus três nomes, como homem, mulher e homem!).(*)[foto acima]
As ideias do prof. John Money, que definiu o “gênero masculino ou feminino” como uma conduta sexual que escolhemos adotar, a despeito de nosso sexo de nascença, foi testada, em primeiro lugar, em Bruce, um menino canadense. Ele foi submetido a uma cirurgia de mudança de sexo e desde os oito meses passou a se chamar Brenda. Recebeu a princípio um tratamento hormonal, pois se pretendia retirar seus órgãos genitais depois de quatorze meses. Doravante, uma menina, a “Brenda”, usava saias e brincava com bonecas.
Mas diz um velho ditado: “Expulsai o natural, e ele voltará a galope”. Na adolescência passou a ter uma conduta masculina, o que obrigou os pais a lhe contar a verdade. Cirurgicamente, ele volta a ser homem, passa a chamar-se Davi — terceiro nome em sua existência — e se casa aos 24 anos. Entretanto, o trauma das mudanças de sexo causa um descompasso em sua vida, e ele se suicida.
Basta! “Teoria do gênero”, escolher o próprio sexo, isto é demais para pessoas mentalmente normais! E pode transformar-se em uma monstruosidade legislativa. Se for necessário submeter à nossa aprovação o que Deus nos deu, o que a natureza nos deu, aonde chegaremos?
É o cúmulo da revolta contra o Criador! Se chegado a determinada idade, teremos que dar aval àquilo que somos, se tudo é sujeito à nossa aprovação?
Em definitiva, as crianças, nessa lógica, devem ser convidados a decidir se querem continuar vivendo ou se preferem morrer, sob o suave e criminoso jugo de um suicídio sem dor. Que certa classe de deputados não nos leiam, sob pena de quererem transformar este absurdo dos absurdos lei! Pois se é necessário escolher o sexo, por que não escolher também, em criança, entre a morte e a vida? É próprio dos absurdos virem em cascata. 
Para os que se esqueceram de sua própria natureza, aqui incluo algumas sentenças da sabedoria milenar a respeito, que vi por acaso preparando este artigo:
“Não se vence a natureza senão lhe obedecendo” 
“Colocai uma rã sobre um trono de ouro, e logo ela saltará para o lodo” 
“Mesmo lavado com água de rosa, o alho não perderá seu odor” 
“O cão permanecerá cão, mesmo se for criado entre leões” 
“Um lobo ensinado sonha sempre com a floresta” 
A própria Sagrada Escritura homologa tais pensamentos, perguntando: “Um leopardo mudará suas manchas?” (Jeremias, XIII,23)
Se o gênero humano tivesse algum inimigo mortal que o quisesse rebaixar, vilipendiar e humilhar, ele deveria estar empenhado na teoria do gênero. E não tem? É o demônio, o anjo das trevas.
Um único pecado contra a natureza, diz o Catecismo, é um ato que “brada aos céus, e pede a Deus vingança”. Que dizer dessa escolha de sexo?
Certos setores da midiagogia — perdoem o neologismo — tem escondido cuidadosamente os fatos aqui relatados. Portanto, vale a pena os comentar. Comente-os, pois.
____________ 
Nota: (*) Theórie du genre: comment la premiére expérimentation a mal tourné (Teoria de gênero: como seu primeiro experimento fracassou) publicado na edição de 31 de janeiro de 2014 de “Le Figaro”, Paris.

domingo, 27 de abril de 2014

Um país totalmente contaminado pela IDEOLOGIA DE GÊNERO

Um país totalmente contaminado pela IDEOLOGIA DE GÊNERO
Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
26 de abril de 2014

Na audiência no Congresso Nacional, Protesto contra a “Ideologia de Gênero” e o “Plano Nacional de Educação”
Na audiência no Congresso Nacional, Protesto contra a “Ideologia de Gênero” e o “Plano Nacional de Educação”
O Projeto de Lei 8035/2010, que aprova o Plano Nacional de Educação (PNE) para o decênio 2011-2020, trazia termos próprios da ideologia de gênero: “igualdade de gênero e de orientação sexual”, “preconceito e discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero”. O Senado Federal, porém, em dezembro de 2013, aprovou um substitutivo (PLC 103/2012) que eliminou toda essa linguagem ideológica. De volta à Câmara, o projeto agora enfrenta a fúria dos deputados do PT e seus aliados, que pretendem reintroduzir o “gênero” no PNE, a fim de dar uma base legal à ideologia que o governo já vem ensinando nas escolas. O relator Angelo Vanhoni (PT/PR) emitiu em 09/04/2014 um parecer pela rejeição do inciso III do artigo 2º do Substitutivo do Senado Federal (sem “gênero”) e pelo retorno, em seu lugar, do inciso III do artigo 2º do texto da Câmara dos Deputados (com “gênero”).
Nem todos compreendem a importância e a extensão do problema. A vitória da ideologia de gênero significaria a permissão de toda perversão sexual (incluindo o incesto e a pedofilia), a incriminação de qualquer oposição ao homossexualismo (crime de “homofobia”), a perda do controle dos pais sobre a educação dos filhos, a extinção da família e a transformação da sociedade em uma massa informe, apta a ser dominada por regimes totalitários.
Alguns Bispos já alertaram a população para o perigo: Dom Orani Tempesta, Arcebispo do Rio de Janeiro (RJ)[1], Dom Antonio Carlos Rossi Keller, Bispo de Frederico Westphalen (RS), Dom Antônio Fernando Saburido, Arcebispo de Olinda e Recife (PE), Dom Paulo Mendes Peixoto, Arcebispo de Uberaba (MG), Dom José Benedito Simão, Bispo de Assis (SP) e Dom Fernando Rifan, Bispo da Administração Apostólica São João Maria Vianey.
Se quisermos, porém, ver o que é um país dominado pela ideologia de gênero, basta olharmos para a Suécia.

PAIS ISOLADOS DAS CRIANÇAS 

Os dados a seguir foram extraídos de uma entrevista feita em 2011 pelo portalLifeSiteNews a Jonas Himmelstrand[2], um experiente educador sueco, autor do livro“Seguindo seu coração: na utopia social da Suécia”[3], publicado em 2007 e ainda pendente de tradução.
Na Suécia, as crianças de um ano de idade são enviadas para as creches subsidiadas pelo Estado, onde permanecem desde a manhã até o entardecer. Enquanto isso, os pais ficam trabalhando fora do lar (a fim de arcarem com os elevados impostos cobrados), inclusive a mãe, pois a ideologia de gênero impede a mulher de ficar “trancada em casa e no fogão”, conforme uma expressão sueca. Num país de aproximadamente 100.000 nascimentos anuais, as estatísticas mostram que das crianças suecas entre 18 meses e 5 anos de idade, 92% estão nas creches.
“Você não é forçado a fazer isso… propaganda é uma palavra forte”, diz Himmelstrand, “mas as informações sobre os benefícios das creches” vindas dos meios de comunicação e outras fontes “fazem os pais que mantêm seus filhos em casa até os 3 ou 4 anos de idade se sentirem socialmente marginalizados”.
Segundo Himmelstrand, “o problema central do modelo sueco é que ele está financeiramente e culturalmente obrigando os pais e as mães a deixar nas creches seus filhos a partir da idade de um ano, quer eles achem que isso é certo ou não”.

CRIANÇAS MASSIFICADAS NAS ESCOLAS 

O currículo nacional da Suécia procura combater os “estereótipos” de gênero, ou seja, os “papéis” atribuídos pela sociedade a cada sexo. A escola “Egalia”[4], do distrito de Sodermalm, em Estocolmo, evita o uso dos pronomes “ele” (han) ou “ela” (hon) quando se dirige aos mais de trinta meninos e meninas que lá estudam, com idade de um a seis anos. Em vez disso, usa-se a palavra sexualmente neutra “hen”, um termo inventado que não existe em sueco, mas que é amplamente usado por feministas e homossexuais. A escola contratou um “pedagogo de gênero” para ajudar os professores a removerem todas as referências masculinas ou femininas na linguagem e no comportamento. Os blocos Lego e outros brinquedos de montar são mantidos próximos aos brinquedos de cozinha, a fim de evitar que seja dada qualquer preferência a um “papel” sexual. Os tradicionais livros infantis são substituídos por outros que tratam de duplas homossexuais, mães solteiras, crianças adotadas e ensinam “novas maneiras de brincar”. Jenny Johnsson, uma professora da escola, afirma: “a sociedade espera que as meninas sejam femininas, delicadas e bonitas e que os meninos sejam masculinos, duros e expansivos. Egalia lhes dá uma oportunidade fantástica para que eles sejam qualquer coisa que queiram ser”.

“EDUCAÇÃO SEXUAL”

Nas creches e escolas, totalmente fora do controle dos pais, as crianças são submetidas a uma “educação sexual”. Johan Lundell, secretário geral do grupo sueco pró-vida “Ja till Livet” (Sim à vida) explica que se ensina às crianças que tudo que lhes traz prazer é válido[5]. Os professores são orientados a perguntar aos alunos: “o que te excita?”.Segundo Lundell, o homossexualismo foi tão amplamente aceito pelos suecos, que “nos livros de educação sexual, eles não falam em alguém ser heterossexual ou homossexual. Tais coisas não existem, pois para eles todos são bissexuais; é apenas uma questão de escolha”.
Lundell cita uma cartilha publicada por associações homossexuais e impressa com o auxílio financeiro do Estado: “Eles escrevem de maneira positiva sobre todos os tipos de sexualidade, qualquer tipo, mesmo os mais depravados atos sexuais, e essa cartilha entra em todas as escolas”. 

PERSEGUIÇÃO ESTATAL

Na esteira da ideologia de gênero, a Suécia aprovou uma lei de “crimes de ódio” que proíbe críticas à conduta homossexual. Em julho de 2004, o pastor pentecostal Ake Green foi condenado a um mês de prisão por ter feito um sermão qualificando o homossexualismo como “um tumor canceroso anormal e horrível no corpo da sociedade”[6].
Os pais são proibidos de aplicar qualquer castigo físico aos filhos, mesmo os mais moderados. Em 30 de novembro de 2010, um tribunal de um distrito da Suécia condenou um casal a nove meses de prisão e ao pagamento de uma multa equivalente a R$ 23.800,00. O motivo foi que os pais admitiram que batiam em três de seus quatro filhos como parte normal de seus métodos de educação. Embora os documentos apresentados não relatassem nenhum tipo de abuso e o próprio tribunal admitisse que os pais “tinham um relacionamento de amor e cuidado com seus filhos”, as crianças foram afastadas da família e enviadas para um orfanato estatal[7].
Em junho de 2009, o governo sueco tomou do casal Christer e Annie Johansson o seu filho Dominic Johansson, depois que a família embarcou em um avião para se mudar para o país de origem de Annie, a Índia. O motivo alegado é que o casal, em vez de enviar seu filho para as escolas estatais, havia resolvido educá-lo em casa, uma prática conhecida como “home scholling” (escola em casa), amplamente praticada nos Estados Unidos e outros países, com excelentes resultados pedagógicos. As autoridades suecas, porém, decidiram remover permanentemente Dominic de seus pais, alegando que o ensino domiciliar não é um meio apropriado para educar uma criança[8].

ABORTO

Entre 2000 e 2010, quando o resto da Europa estava dando sinais de uma redução da taxa anual de abortos, o governo sueco divulgou que a taxa tinha aumentado de 30.980 para 37.693. A proporção de abortos repetitivos cresceu de 38,1% para 40,4%. – o mais alto nível já atingido – enquanto o número de mulheres que tinha ao menos quatro abortos prévios cresceu de 521 para aproximadamente 750. A Suécia é o único país da Europa em que o aborto é permitido por simples pedido da gestante até 18 semanas de gestação. Menores de idade podem fazer aborto sem o consentimento dos pais e os médicos não têm direito à objeção de consciência[9].

DECADÊNCIA SOCIAL

Segundo Himmelstrand, tudo na Suécia dá sinais de decadência: adultos com problemas de saúde relacionados com “stress”, jovens com declínio na saúde psicológica e nos resultados escolares, grande número de pessoas com licença médica e a incapacidade dos pais de se conectarem com seus filhos[10].
Para Lundell, a Suécia quis criar um “socialismo de famílias” por meio de uma“engenharia social”[11]. Os frutos são patentes: casamentos em baixa, divórcios em alta, a família assediada e oprimida pelo totalitarismo estatal.
Convém olhar para o exemplo sueco antes de se votar a reintrodução da ideologia de gênero no PNE. É a própria família brasileira que está em perigo.
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Ligue para o Disque Câmara 0800 619 619 – Tecle “9”: Desejo enviar uma mensagem aos membros da Comissão que votará o Plano Nacional de Educação (PL 8035/2010). 

Solicito a Vossa Excelência que vote pela rejeição do parecer do relator e pelo retorno ao substitutivo do Senado, que elimina do texto a ideologia de gênero. A família brasileira agradece.
Anápolis, 21 de abril de 2014
Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
Presidente do Pró-Vida de Anápolis

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[1] Reflexões sobre a ‘ideologia de gênero’, 25 mar. 2014, em http://arqrio.org/formacao/detalhes/386/reflexoes-sobre-a-ideologia-de-genero.
[2] http://www.lifesitenews.com/news/sweden-a-warning-against-overzealous-state-family-policies/
[3] http://www.jhmentor.com/eng_follow_heart.html
[4] http://www.lifesitenews.com/news/gender-madness-swedish-pre-school-bans-him-and-her
[5] http://www.zenit.org/en/articles/secularism-in-sweden
[6]http://www.lifesitenews.com/news/archive//ldn/2004/jul/04070505
[7] http://www.lifesitenews.com/news/swedish-parents-jailed-for-spanking-children-seized/
[8] http://www.lifesitenews.com/news/archive//ldn/2009/dec/09122304
[9] http://www.zenit.org/en/articles/secularism-in-sweden
[10] http://www.lifesitenews.com/news/sweden-a-warning-against-overzealous-state-family-policies/
[11]
htp://www.zenit.org/en/articles/secularism-in-sweden

Fonte: http://ipco.org.br/ipco/noticias/ideologia-de-genero-suecia#.U122gvldWyk